Crônica de um São Paulino
O coração já não agüentava mais de tanto bater forte. Nos corredores da Universidade, no trabalho, na rua ou em casa não se falava em outra coisa. Angústia, provocações, apostas, especulações e paixões rondavam os torcedores do São Paulo que esperavam eufóricos e apreensivos pela final do Campeonato Mundial de Interclubes.
Nem o nervosismo do primeiro jogo tricolor poderia aplacar a confiança dos mais fiéis. E, se o Liverpool chegou à final dando um baile no seu adversário e considerando ser imbatíveis, não conhecia a esquadra de três cores e tradição que estavam por enfrentar. Nada mais, nada menos que 2 títulos mundiais na bagagem, 92 e 93 de pura emoção. Deviam os vermelhos ter aprendido com Barcelona e Milan, ou até mesmo perguntar a Zubizarreta o porque de não ter cumprimentado Zetti naquela final.
O time era outro, não tínhamos a classe e elegância de Raí, nem a técnica, a sorte e o drible desconcertante de Muller, a raça de Ronaldão, o vigor de Cafú e a velocidade de Palhinha. Isso não importou, o time era o mesmo, era o São Paulo, e por isso estávamos com o de melhor, com um dos maiores goleiros brasileiros, que além de fazer gols, fez defesas espetaculares, com um gigante uruguaio chamado Diego Lugano, que comandou a defesa são-paulina, com Mineiro, pequeno, mas uma verdadeira muralha no meio de campo e com calma de artilheiro na hora decisiva, com Amoroso que mostrou porque é craque consagrado e Cicinho porque vai à Copa do Mundo.
1 gol só e mais nada. A invencibilidade de 11 jogos e nenhum gol sofrido terminou, dando espaço para a duradoura alegria de ser tri-campeão do mundo. Somos o único no Brasil, somos poucos no Mundo. Somos tricolores de coração. E para os ingleses e Gerard, comemoramos, eu e meus amigos, ouvindo os inesquecíveis Beatles:
Nem o nervosismo do primeiro jogo tricolor poderia aplacar a confiança dos mais fiéis. E, se o Liverpool chegou à final dando um baile no seu adversário e considerando ser imbatíveis, não conhecia a esquadra de três cores e tradição que estavam por enfrentar. Nada mais, nada menos que 2 títulos mundiais na bagagem, 92 e 93 de pura emoção. Deviam os vermelhos ter aprendido com Barcelona e Milan, ou até mesmo perguntar a Zubizarreta o porque de não ter cumprimentado Zetti naquela final.
O time era outro, não tínhamos a classe e elegância de Raí, nem a técnica, a sorte e o drible desconcertante de Muller, a raça de Ronaldão, o vigor de Cafú e a velocidade de Palhinha. Isso não importou, o time era o mesmo, era o São Paulo, e por isso estávamos com o de melhor, com um dos maiores goleiros brasileiros, que além de fazer gols, fez defesas espetaculares, com um gigante uruguaio chamado Diego Lugano, que comandou a defesa são-paulina, com Mineiro, pequeno, mas uma verdadeira muralha no meio de campo e com calma de artilheiro na hora decisiva, com Amoroso que mostrou porque é craque consagrado e Cicinho porque vai à Copa do Mundo.
1 gol só e mais nada. A invencibilidade de 11 jogos e nenhum gol sofrido terminou, dando espaço para a duradoura alegria de ser tri-campeão do mundo. Somos o único no Brasil, somos poucos no Mundo. Somos tricolores de coração. E para os ingleses e Gerard, comemoramos, eu e meus amigos, ouvindo os inesquecíveis Beatles:
"Help, I need somebody,
Help, not just anybody,
Help, you know I need someone, help!"
1 Comentários:
Osso ter que aguentar isso...
Abração!
Postar um comentário
Assinar Postar comentários [Atom]
<< Página inicial